
A empatia continua a ser o ponto de partida num negócio que se faz de pessoas para pessoas. Equipas com valores baseados na compreensão cognitiva de contextos, prioridades e restrições, na inteligência emocional necessárias para reconhecer sentimentos e pressões reais ou na flexibilidade comportamental exigida para ajustar propostas, processos e estratégias de comunicação à realidade do cliente. Estas competências geram informação mais rápida e de qualidade, mais confiança, ciclos mais previsíveis e menor fricção. Ou seja, aquilo que se espera de um parceiro.
Um bom parceiro ouve sem interromper, interpreta o que escuta, confirma a informação recolhida e procura compreender as dores do seu cliente. Com base nisso, alinha os próximos passos e prazos com clareza e é transparente quando não consegue corresponder às expectativas de um cliente sem comprometer a qualidade do seu trabalho ou o prazo previsto. Ou seja, um bom parceiro tira partido de estratégias empáticas para ser mais eficaz e relevante junto de um cliente.
No contexto da consultoria de recrutamento, a eficácia traduz-se na transformação do alinhamento em resultados previsíveis. Perante as necessidades apresentadas, é o parceiro que ajuda a definir o processo de recrutamento com um plano de ação simples e partilhado com marcos, partes responsáveis e prazos, para que todos saibam quem faz o quê e quando. Com uma periodicidade acordada entre as partes mantém uma cadência de checkpoints curtos, focados em decisões e desbloqueio de impedimentos. Usa entrevistas estruturadas e critérios objetivos para uma avaliação de competências que melhora a qualidade da decisão e comunica esse processo de forma sucinta e útil. Sempre que surge um desvio – seja por alteração de perfil, disponibilidade de agendas ou dinâmica do mercado – sinaliza cedo, propõe alternativas e assume, em conjunto com o cliente, um novo planeamento necessário.
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