
Em 21 Lições para o Século XXI, Yuval Noah Harari afirma que o Homo sapiens foi feito para ficar satisfeito e que “a felicidade humana depende menos de condições de vida objectivas e mais das nossas próprias expectativas”. As nossas expectativas mudam com o tempo e “tendem a adaptar-se às condições, incluindo as condições das outras pessoas”, assegura o autor israelita.
Esta conclusão sugere que a felicidade, por si só, não é a força motriz que nos leva a evoluir. Por muito que alcancemos um patamar de vida desejado, está na nossa natureza ambicionar o passo seguinte, muitas vezes comparando-nos com as condições de vida objectivas dos nossos pares, familiares ou colegas de profissão, tornando a felicidade algo efémera até que atinjamos o próximo patamar de expectativas.
Para que as organizações e, em particular, o sector industrial possam prosperar e reter talento neste cenário de expectativas em constante evolução, é fundamental responder a essa busca incessante por algo mais. Isso tem de passar, necessariamente, pela valorização do profissional.
Portugal encontra-se estrategicamente orientado para o desenvolvimento e valorização dos seus recursos. Ao longo dos últimos anos, o país tem vindo a reforçar a sua posição no contexto europeu, procurando tornar-se cada vez mais competitivo e equiparar-se a outras economias europeias no domínio das exportações.
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