Um exemplo para a transformação empresarial

2025-03-20

transformação

Mais do que afirmar a compreensão da transformação com base em experiências individuais – como a perda de peso -, é importante oferecer a visão de como é que se vive com 60% de si próprio. É exatamente isso que as empresas procuram quando fazem uma transformação: fazer mais com o mesmo, desenvolvendo ainda mais o que sobra.

Como pode uma empresa fazer muito mais com o que já tem? A resposta não é simples e implica, necessariamente, um processo de transformação próprio de cada organização. Esse processo raramente é simples e exige quase sempre níveis elevados de compromisso com a necessidade de transformação identificada.

Muitas empresas reconhecem essa necessidade, mas tropeçam na sua implementação. Tal como em qualquer transformação pessoal também numa empresa o caminho para transformar processos, práticas, competências ou áreas de atividade passa pela repetição exaustiva e constante de três princípios fundamentais: conhecer, corrigir e melhorar.

A transformação bem-sucedida começa com um profundo autoconhecimento. Não basta identificar uma necessidade abstrata de ‘ser mais digital’ ou ‘inovar’. É crucial mergulhar na realidade da organização, ouvindo ativamente todos os níveis hierárquicos e promovendo diálogos abertos com colaboradores, líderes e gestores para identificar dificuldades, oportunidades, desafios e responsabilidades de cada função e departamento. Compreender a dinâmica interna e as perceções individuais é fundamental para construir uma noção de propósito coletivo e alinhar a equipa em torno dos objetivos da transformação.

É este conhecimento aprofundado que torna mais fácil a tarefa de corrigir de forma estrategicamente orientada para os objetivos da transformação. Se uma empresa quer ser digital no mercado, pode recorrer ao papel em todos os seus processos internos? Se quer saber navegar com sucesso a constante novidade da inovação tecnológica, pode descurar a formação continua dos seus colaboradores? Se tem muita informação à sua disposição, mas não ferramentas para a instrumentalizar, essa informação vale de alguma coisa? Se quer ter uma palavra a dizer num mercado sedento de talento, pode manter uma postura passiva face às campanhas da concorrência para a atração desse talento? A ideia que importa reter é que uma empresa só corrige o que precisa de ser corrigido se tiver um conhecimento profundo do seu interior e da sua posição no mercado.

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